Subscribe:

quarta-feira, março 09, 2011

FÊNIX

E eu desejo em meio ao vão do espaço
Encontrar-te, encontrar-me
E perder-me em seus braços.


Por muitas vezes estive confusa
Por muitas vezes calei, 
Sem saber as palavras certas 
E como empregá-las a tornar uma oração agradável
Ou meramente expressiva aos que me leem.


Ou meramente uma extensão do eu
Que ninguém conhece, além de mim mesma
Além da minha culpa ou da minha consciência
Se pequei ou se estive em silêncio por todo esse tempo
Foi por que achei necessário.


Agora desfaço-me em versos
Desfaço-me em palavras
Por todas as vezes que silênciei 
Porque não tive voz para gritar.


Por todas as vezes que o grito ecoou dentro de mim
Mas não saiu pela minha boca
Por medo...


O medo de não compreender
O medo de não ser compreendida
O medo de perder
O medo da despedida.


Um sábio me disse uma vez:

"Quando você não sabe pelo que está procurando
Provavelmente encontrará algo que não gostaria de encontrar"


Encontrei tudo o que gostaria de deixar pra trás
Ou que ao menos não gostaria de ter tido, reconhecido, passado ou vivido.


Liberto-me de todos os momentos incessantemente constantes em minha memória
E renasço feito a fênix em que você desacreditou
Assim, torno-me mais uma vez eu mesma
Torno-me tudo o que realmente sou.


(Tamires Alci)




•Ouvindo agora: Forever And Always - Bullet For My Valentine

2 comentários:

O ViNgAdOr(๏̯͡๏) d@rk kñ!ġĦ┼ disse...

goood (:

congratulations ^^

Francorebel disse...

Que vontade de renascer, matar e morrer.

A liberdade é azul, irmã.

Bj.

F.

Postar um comentário

•Expresse sua opinião de forma coerente
•Respeite os outros leitores
•Nada de palavrões
•Sem ofensas
•Evite escrever com o CAPS LOCK ligado
•Evitexx excrever axim também (Obrigada)
•Volte Sempre! :)

  •