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sábado, julho 02, 2011

EU, MEU EU.

E quando penso que já não sei mais nada 
Me perco em mim
Em dias inconstantes
Me sinto assim.


Insolúvel em água
Solúvel por lágrimas e sentimentos
Infelizmente essa sou eu
Em meu estado bruto.


Sou feito a poeira que se levanta do chão durante o furacão
As águas calmas de um lago, quase sem vida
Ou o movimento das marés.


Sou feito a lua minguante, que se esconde aos poucos
Depois de um tempo, ninguém me vê
Mas nunca se esquecem, de que mesmo não aparecendo
Eu sempre vou estar ali.


Sou assim, como me vê
Independente das estradas que seguirmos
Sei que um dia, ainda vou encontrar você.


(Tamires Alci)


•Ouvindo Agora: Quem de Nós Dois - Ana Carolina

5 comentários:

Francorebel disse...

Felizmente, você é você.

Que bom que você existe, senão tantas maravilhas poemáticas não seriam escritas.

Sua sensibilidade faria falta para mim.

F.

Francorebel disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Nua. disse...

Você é linda então!

Francorebel disse...

Cuidado com a Nua, miss.

Francorebel disse...

Miss, com letra maiáscula

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