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sábado, julho 30, 2011

OS ECOS DO PASSADO

Hoje estou aqui
E não tenho nada específico pra dizer
Não tenho versos
Não tenho cartas
E também não tenho o que fazer.


Me peguei aqui
Vagando por linhas mortas e brancas
De um caderno velho qualquer
A caneta continua inerte em minhas mãos.


Todo esse ar retrógrado me embriagou
E agora não sei onde foram parar as minhas palavras
Talvez elas estejam escritas com tinta invisível
Alguém tem luz negra?


Eu só tô parada aqui
Como por muitas vezes fiquei
Talvez eu esteja me escondendo
Talvez eu não saiba quem sou.


No rádio, aquela música que eu gostava de ouvir
Ela não é mais a mesma
Mas permanece tocando por ai
Feito os versos que escrevi
Feito eu que me perdi.


(Tamires Alci)


•Ouvindo Agora: Creep - Radiohead

3 comentários:

Camila Gusmão disse...

Lindo.
Tbm ando precisando de luz negra para algumas questões invisíveis.

Francorebel disse...

Ócio criativo.

O cio criativo.

Cria ativo.

A ti, vô.

F.

Italo Stauffenberg disse...

adorei o layout do blog!
lindo!
o poema também é muito legal!
parabéns!

http://manuscritoperdido.blogspot.com/

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